Excrotices está voltando com força total!

FAAAAAAAAAAAAAAAAAALA GALERA!

Faz tempo que não posto nada, né? Pois é… Mas essa pausa irá acabar em breve. Estou trabalhando em algumas novidades aqui pra esse tumblr, que ficará bem lindo e cheiroso pra vocês!

Em breve, no tumblr mais perto de você! 


Marcos e a pizza de pepperoni

Aquele dia tinha tudo pra ser apenas mais uma sexta feira com meu paquera/fuck friend/ficante de sempre, o Marcos. Até ele chegar em casa com a fatídica pizza de pepperoni.

"Nanna, mas o que isso tem de ruim?"

- Nada, caros amigos. Eu amo pizza de pepperoni.
Mas eu estava de dieta, e exagerada que sou, passei o dia praticamente em jejum. O estômago já estava calejado de ficar vazio, ignorando a grande possibilidade do surgimento de uma gastrite.

Senti aquele cheiro maravilhoso de pizza no ar, e não tive dúvidas: iria quebrar meu jejum. Com gosto. Com a fome de mil crianças africanas.

Cara, que delícia de pizza. Não sei se era a fome, o azeite, a companhia ou se a pizza estava realmente beirando a perfeição.

"Tá…  E o que esse tal de Marcos fez? Jogou a pizza na sua cara?"

- Não, galera. Dessa vez, a protagonista da ex’crotice fui eu mesma.
 Como mencionei, meu estômago estava assustadoramente vazio. Cada pedaço de pizzaera uma facada na barriga. Foi pedaço atrás de pedaço, e a coisa foi ficando difícil de aguentar. Dei uma pausa, tomei uma água.

- Nanna, você tá quieta… - disse Marcos
- Ah, é a fome, hihihihi - respondi

A dor estava ficando insuportável. Sentia que tinha algo me machucando, e aquilo precisava sair de mim. Após raciocinar, calcular e medir as possibilidades, concluí o óbvio: eu ia vomitar.

Mas… Como? No banheiro seria impossível. Moro num apartamento minúsculo, e certamente Marcos ouviria meus urros.
A dor aumentou. Engoli a seco.

- Ai, acho que a vizinha está me chamando. Já venho! - e saí da minha casa, em passos largos.

Não conseguia pensar. Não dava mais pra segurar. Abri o portão da frente do meu prédio e vomitei. Vomitei tão feliz, tão bem, tão segura de mim… E a dor passou.
Voltei para o meu apartamento, fui direto para o banheiro e escovei os dentes, tentando tirar quaisquer vestígio suspeito de mim.

Ele nem desconfiou. E eu ainda terminei meu pedaço de pizza like a boss.


só consigo olhar pro brad. sorry jolie.

só consigo olhar pro brad. sorry jolie.

(Source: oldghost, via bicmuller)

Thiago - A camiseta da discórdia

- “Thiago, eu não te amo mais e você sabe disso. Acho injusto com você e comigo mesma continuar num relacionamento em que só umas das partes está feliz. Não sinto mais nada por você, nem vontade de te beijar. Não vou perder minha viagem de formatura por sua causa. Fechei com a agência de turismo hoje mesmo, e irei à Porto Seguro com meus amigos.”

Aquela parecia ser a última discussão que teria com ele.
Thiago foi meu primeiro (e único) namorado, com o qual fiquei 4 anos e meio, mas sem amor (da minha parte) desde o terceiro ano.
Ele apareceu em casa naquela noite trazendo, além da cara de bobo, um pacote prateado.
Essa foi a noite em que terminei com ele. Eu estava perto de completar 18 anos, tinha uma sede imensa por liberdade, mas estava ameaçada por um relacionamento completamente falido, sogros que me odiavam e um noivado iminente. Sim, caros leitores, cheguei perto de um noivado em 2008.

Em certo momento da discussão, Thiago abriu o zíper de sua jaqueta.

Engoli a seco.

Segurei o riso.

Ele vestia uma camiseta com uma foto nossa na piscina, escrito AMOR ETERNO em letras garrafais. E dentro do pacote prateado que ele trouxe, havia uma igualzinha, só que para mim. Durante os 30 segundos de silêncio que passei enquanto olhava aquela camiseta, só conseguia pensar em platéia de dia de eliminação em BBB. Ou então em famílias de vitimas de assassinatos em dia de passeata por justiça.

- “Eu estou vestindo isso desde hoje cedo, e esperava que você fizesse o mesmo, pois trouxe uma igualzinha pra você. Sua desalmada.”

Acompanhei Thiago até a saída, e bati a porta. Finalmente eu estava livre. Joguei fora aquele sentimento de culpa, de privação, de desgosto. E a camiseta também.


Música PERFEITA para começar um climão. Hum…

#curta 
Caso do leitor: Sabrina e o pão com manteiga

"Conheci a Sabrina através de um amigo que me apresentou para ela. Como todo homem (e mulher também) sabe, a primeira coisa que você olha em alguém quando conhece, são os atributos físicos (vocês sabem quais, se não sabe joga no Google), e isso a Sabrina tinha de sobra.

Pois bem, usei todas as técnicas de sedução que sabia (nenhuma) e logo saímos.

Após todo aquele período de pegação desenfreada comecei a namorar com a cidadã, aí a porra ficou séria.

Como sou um nobre cavalheiro, respeitador da família brasileira, não ia querer consumir o ato fornicatório com a menina tendo os pais dela presente em casa. O que pensei? Todo sábado os pais dela iam pra casa da avó da mina (ou de um parente qualquer que estivesse vendo a novela das 8), então logo ficaríamos sozinhos, e aí minha felicidade seria plena.

 Foi tudo ao contrário. Nas primeiras vezes que fui obrigado a praticar tal programa familiar, ainda tinha esperanças de que a qualquer momento ela me chamasse e nós iriamos para a residência dela praticar o ato rotineiro de casais, mas isso nunca ocorreu.

O pior de tudo era o cardápio. Eu pensava ‘ir lá não deve ser tão ruim se eu puder pelo menos beber cerveja’, ENGANADO NOVAMENTE! Eles eram religiosos (se diziam) e cerveja era só em casos raros. O cardápio era pão com manteiga e café. Agora junte isso com um sábado perdido e o desejo fornicatório negado…

 Após três meses aguentado um programa que se comparava ralar o dedão no asfalto jogando bola na rua, comecei a inventar desculpas pra fugir feito diabo da cruz, tipo ser alérgico a manteiga e aniversário de amigos a cada 2 semanas (lógico que depois que ela conhecia todos meus amigos isso não deu mais certo).

PS: Terminei com ela antes do ato fornicatório ser consumado.

PS2: A irmã dela era bem mais safada.”

Enviado pelo leitor Toninho. Sigam-no: @themikelima


DÁ A PATINHA VAI

DÁ A PATINHA VAI

"Já viveu alguma história engraçada envolvendo relacionamentos? Conte para nós! É só enviá-la para excrotices@gmail.com! Só não esqueça de trocar os nomes na história, heim?"
Clementine, de Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Ótimo filme… E eu me identifico DEMAIS com a personagem, não só pelas suas mudanças constantes de cor de cabelo.

Clementine, de Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Ótimo filme… E eu me identifico DEMAIS com a personagem, não só pelas suas mudanças constantes de cor de cabelo.

(via ban4napancakes-deactivated20120)

Kaique - Quando meu celular foi parar num anúncio de prostituta

Meu relacionamento com o Kaique era conturbado. Largou da namorada por minha causa, ficou comigo, me traiu com ela, voltou com ela, largou de mim, depois traía ela comigo. Um caos, uma indecisão, uma bagunça! A vontade do filho da mãe era de namorar nós duas ao mesmo tempo, mas né, obviamente não concordávamos. E como toda mulher apaixonada, eu e a Gabi estávamos… burras. Lutando por um cara que não valia a bituca do Marlboro vermelho que ele fumava.

Naquela época, ele estava solteiro. Logo, nós duas brigávamos incessantemente, a ponto de evitarmos estar na mesma festa para não sair briga feia.
Era noite de sexta feira e eu, que tinha ficado em casa, mandei um SMS qualquer para o Kaique, que não me respondeu. Mas, às 5h da manhã, meu celular tocou.
 
"Alô?"

- Quem tá falando?

"Eu que te pergunto, com quem você quer falar?"

- É a Nanna?

"É… por quê?"

- FILHA DA PUTA!

Tu.. tu… tu.. tu… Desligaram na minha cara. Fiquei meio sem entender, mas assim que levantei, tomei uma água, esfreguei os olhos, foi que associei: era a Gabi. Só podia ser. Com certeza ela havia lido o SMS e ligou para o número, pra confirmar que era eu, sua maior rival. Mas tudo bem, né? Voltei a dormir.

No outro dia, meu celular tocou novamente:

"Alô?"

- Oi… Queria saber como funciona o esquema com você

"Esquema? Quem tá falando?"

- Aqui quem fala é Rogério e eu queria sair com você. Vi seu anúncio.

Minha cabeça rodava. Meu estômago embrulhou, e um calor inexplicável me subiu para a cabeça. A filha da puta da Gabi anunciou meu nome em algum lugar, como se fosse de prostituta. Minha vontade era de pisotear aquela mal amada!

Pra minha sorte, além de filha da puta, Gabi era burrinha. Stalker que sou, eu tinha a senha do twitter do Kaique, e através dele, consegui ler o da Gabi e de sua amiga, que eram trancados.

Foi aí que dei de cara com os seguintes tweets:

"A noite de ontem foi toooooop, hahaha, ainda mais com certos números escritos no orelhão!"

"Terminar a noite bebendo em posto de gasolina é de lei, em Limeira."

"Essas biscates que não desistem viu…"

BINGO.
Foi só juntar as peças. Ela foi no Eco Posto (point aqui em Limeira), viu meu SMS, pediu o celular dele e foi lá deixar um recadinho no orelhão, como se fosse de prostituta. 

Parti rumo ao posto com uma caneta permanente em mãos, o celular desligado e muito ódio no coração.

"Ruivinha sapeca topa tudo - ligue xxxx-xxxx"

Rabisquei. Rabisquei como se não houvesse amanhã.
Foi nessa ocasião que eu troquei o chip do meu celular.

A ruivinha sapeca agora estará SEMPRE fora de área.